Meu nome é Alana, tenho 45 anos, 1, 65 m de altura, 62 quilos, seios médios com mamilos grandes e escuros e uma bunda grande. O que venho contar aqui hoje é verídico, aconteceu há dois anos. Relatarei o fato principalmente porque um amigo me convenceu e me perturbou para contar.
Sou viúva há 7 anos. Casei muito nova e perdi meu marido faltando poucos dias para completar 20 anos de um casamento muito feliz. Tivemos duas filhas: a Suely e a Sâmara.
Tínhamos uma vida sexual bem normal. Íamos a motéis e variávamos posições, mas somente hoje pude perceber que eu realmente não era completa. Nunca tinha realmente gozado com meu marido… Sentia prazer em nossas relações, mas como sempre, o final da transa era com o orgasmo discreto dele. Achava que prazer eram aquelas cócegas que sentia quando ele me penetrava. e que aqueles gemidos histéricos vistos nos filmes, eram só na ficção. Acreditem, isto aconteceu comigo.
A Samara, minha filha mais velha, foi estudar em Porto Alegre. E a Suely, na época com 17 anos, arrumou seu primeiro namorado, o Bruno. Garoto bom, educado, fazia faculdade de educação física e realmente era muito bonito. Já cheguei a ter aquela famosa conversa com minha filha sobre o sexo, e tinha orientado ela a se guardar. Mas…
Um dia faltei a minha aula de inglês, pois estava com dor de cabeça. Cheguei em casa mais cedo e vi pela moto parada na garagem indicando que o Bruno estava lá em casa. Quando entrei, vi que eles estavam no quarto. Fiquei uma fera, pois já tinha avisado à Su que não queria ela sozinha com ele no quarto. E enquanto eu caminhava pelo corredor, pude ouvir uns gemidos.
Fiquei petrificada quando vi pela porta entre aberta minha filha nua, rebolando em cima do namorado. Não conseguir gritar ou tirar ela dali, que era o que eu queria fazer. Enquanto minha caçula gemia alto, falava palavrões e tinha os seus seios ainda imaturos sendo apertados pelo namorado, até dava pra ver até o seu pinto entrando entre as pernas de minha filha. Que cena forte e impactante para uma mãe! Eles não me viram, recuei um pouco e fiquei encostada no corredor sem saber o que fazer. Dali continuava escutando o Bruno sussurrar:
- Vadia! Gostosa! Rebola sua safada, Vai!
- Aaai! Adoro seu cacete! Uui amor, acho que vou gozaaar, ah! aaah! Aaaaah! que gostoso, eu tô gozaanndo! Uhnnnn!
Aquilo era um martírio pra mim. Não resisti e voltei para o carro. Aquela cena não saía da minha cabeça. Aquelas palavras não pareciam ter saído da Su e sim daquelas atrizes de filmes pornôs vagabundos. Como uma menina, ou mesmo uma mulher podia ter prazer daquele jeito? Demorou um bom tempo até eu me recuperar. Eu suava dentro do carro e estava encharcada. Resolvi tocar a campainha e inventei que tinha esquecido a chave.
Que cínicos! Estavam os dois na sala como se nada tivesse acontecido. Ela carregava um ar de felicidade e o Bruno, ah! que raiva me deu daquele garoto, ainda tinha um sorriso nos lábios, tipo um Lobo Mau. Mas só consegui dizer “boa tarde” e fui para o quarto. Ao me despir, percebi o quanto minha calcina estava molhada, e que nunca tinha sentido algo tão forte. Deitei na banheira e a única imagem que vinha era a do Bruno, moreno claro, olhos amendoados, um peito largo e sem pêlos, braços fortes, bem másculo, 19 anos bem distribuídos naquele corpanzil. e aquele membro, viril, avermelhado, grosso ali, como se eu fosse a próxima a ser traçada.
Fechei os olhos e toquei minha vagina e senti um choque, eu estremeci na banheira como se recebesse um tiro de tranqüilizante. Nunca tinha me acontecido isto. Passei quase uma hora no banheiro e os gemidos ainda pareciam vir do quarto de minha filhinha.Quando sai, ele já havia ido embora. Aproveitei para dar uma bronca na safada sobre o namorado estar lá com ela sozinha. Não conseguia fazer mais nada, só pensava no garoto e não podia contar a ninguém sobre o ocorrido. Toda vez que eu o via, pensava em ser dura, agir como uma clássica sogra, mas eu me derretia perto dele, que sempre me tratou com muito carinho. A cada abraço onde sentia seu cheiro e o contorno de seus músculos, mais realismo dava as minhas fantasias.
Passei a não me conhecer, fiquei maluca, passei a provocá-lo, quando ele estava na sala com a minha filha. Comprei shorts mais curtos, decotes sem sutiã e cheguei a ir numa loja de lingeries sensuais e comprei um conjunto. E percebi que o danado olhava mesmo. Às vezes, roçava minha bunda nele quando cruzávamos no corredor.
Certa vez, estávamos numa festa da família. Ele, na minha frente, tentava olhar pelo rasgo do meu vestido. Eu então abri minhas pernas na sua frente, mostrando minha calcinha e o encarei. Isto me deixou tão excitada que não consegui me levantar de tanta tremedeira nas pernas. Me sentia um vadia, e estava agindo como uma mesmo…
Vi que ele era safado e já até sacaneava comigo, sendo mais audaciosos nos abraços, me dando beijos no pescoço e se roçando em mim quando podia. Eu não podia resistir eu estava entregue ao garoto. Um dia não resisti e planejei toda a sacanagem. Seguia todos os seus passos e sabia de toda a sua rotina. Tomei umas doses de whisky para tomar coragem e parti para o ataque. Peguei o telefone dele e marquei uma conversa a sós. Ele ainda não desconfiava, mas quando o peguei na frente de seu prédio, usando uma saia pequena e uma blusa frente única, ele na hora entendeu o que eu queria.
- Uau Lalá, você esta ótima hoje…
Não consegui falar nada, apenas dirigia sem rumo, ou melhor, fugindo da cidade. Tomei fôlego e parei num ponto da pista para retorno e o pressionei:
- Tenho uma proposta a lhe fazer, mas isto não pode nunca chegar a Su ou a qualquer outra pessoa, entendeu garoto?
Ele não tinha outra reação. Eu o levei para um motel, por sinal um hiper mal-falado situado na saída de nossa cidade. Pedi um quarto simples. Bruno ainda parecia não acreditar no que ia acontecer. No quarto, bebi mais um dose e me declarei para ele. Disse que o queria mais que tudo. Ele não se fez de rogado, me agarrou num beijo molhado e quente. Ele me envolvia com sua língua em minha boca, enquanto sentia suas mãos descendo pelas minhas costas e apertando minha bunda. Nem meu marido me pegava com tanta vontade.
Ele levantou minha saia e alisou minha nádega, me arrepiei e fiz ímpeto de me afastar. Ele me agarrou com força e disse:
- Agora não você não pode fugir. Vou te mostrar do que o seu genrinho é capaz!
A sua voz sussurrada no meu ouvido foi quase hipnótica. Ele me virou de costas e foi beijando minha nuca e roçando seu pau, que formava um volume grande na bermuda e puxou o nó da blusa frente única que eu usava. Ele tocou meus seios por cima do sutiã e acabei revelando:
- Comprei este sutiã pensando em você.
- Ah, então deixa eu ver!
Ele sentou na cama e me fez, tirar a roupa e mostrar a lingerie que havia comprado. Eu pedi que ele apagasse as luzes, deixando apenas em penumbra, pois eu estava muito nervosa. Sabia que aquele era um caminho sem volta. Ele me puxou para perto, meio que sentando no seu colo e lambendo meu pescoço e colo, nem senti quando desabotoou meu sutiã, com apenas uma mão, fazendo meus peitos praticamente pularem em sua boca. Ah, como mamava aquele garoto… Eu podia sentir seu pau formando uma barraca na bermuda, cutucando minha buceta.
O Bruno chupava delicadamente meus mamilos e mordia em volta dos meus peitos. Ele me deixou toda lambuzada com a sua saliva. Mas eu não queria perder muito tempo, queria aquele pinto entrando em mim logo. Não agüentei mais esperar e supliquei:
- Me coma Bruno! Faça o que quiser comigo!
Ele somente me olhou com cara de safado e disse:
- Calma sogrinha! Tem muita coisa que gente pode fazer aqui.
Eu gelei nesta hora. O que mais aquele menino iria fazer comigo? Isto me fez ficar tão desconcertada que não sei se foi isso ou as doses de whisky, pois me não sentia mais o chão ou seus toques. Me deitei na cama. Ele tirou minha calcinha, elogiando muito meu corpo e a depilação especial que fiz.Quando senti sua boca na minha buceta, veio o mesmo choque que senti quando me toquei na banheira, mas agora de forma mais intensa. Ele massageava meus peitos, enquanto sua língua me invadia numa carícia enlouquecedora. Era como um pau pequeno, mais ativo e morninho que me deixava com uma única reação: morder o lençol da cama na tentativa de não gritar de prazer. Um prazer que não imaginava que uma mulher pudesse sentir com aquela volúpia.
Uma sensação mais forte me invadiu e gozei tão forte que gritei como se estivesse caindo, assim como acontece em sonhos. Arranquei todo o lençol da cama e tive várias contrações involuntárias. Não conseguia falar uma frase completa, as palavras simplesmente não saiam da boca, e ainda sentia sua língua tocando na minha vagina. Agora sentia também seu dedo no meu ânus. Achei estranho, mas a sensação de prazer ainda era maior com estes toques. Eu estava satisfeita. Agradeci a ele pela chupada e dei um beijo de gratidão me sentindo sua amante há anos. Abracei, sentindo seu corpo suado, e sem pudor nenhum, disse que ele também era meu homem.
- Apenas começamos minha sogrinha! Eu ainda não gozei, vamos lá, agora é sua vez…
E ofereceu o seu pau para eu chupar. Na minha época de viúva fogosa, o máximo que cheguei a fazer de ousado foi pegar um vídeo erótico emprestado de uma amiga para passar um final de semana sozinha. Ficava molhada e me tocava, mas nada comparado aquele orgasmo. Eu via o sexo oral como um exagero cometido apenas por atores pornôs. Eu estava cara à cara, ou melhor, cara a pinto com aquele membro maravilhoso. A cabeça daquela pica brilhava, e mesmo com receio, eu abocanhei tudo. O sabor nem lembro, mas o cheiro dele e o toque que o Bruno fazia nos meus cabelos fizeram daquele momento inesquecível.
Eu me sentia dona do pau do meu genro. Naquela hora, me imaginei chupando ele na minha casa e minha filha no quarto dela sem saber de nada. Me sentia feliz por estar dando prazer ao garoto que me acabara de dar o céu.
O seu pau vertia um líquido na pontinha de sabor forte e salgadinho. Quando foquei na chupada na glande, ele falou algo que valia a noite:
- Que boquinha gostosa a senhora tem Lalá! Se eu soubesse disto antes, teria pedido um “boquete” antes!
Me senti uma piranha, daquelas que vão pra cama por um gole de cerveja. O que faz uma mulher se rebaixar tanto por um homem a ponto de ser seu brinquedinho sexual? Porém, confesso que estava adorando aquilo. Toquei na minha vagina e ela estava pegando fogo de novo. Não agüentando mais eu implorei:
- Me come Bruno. Por favor, eu faço de tudo, mas coloca logo este seu pau dentro de mim…
Ele segurou meus braços, me prendendo na cama, e disse:
- A senhora está muito ansiosa, precisa aprender a relaxar. Vou te comer agora, sua vadia!
Aquilo mexeu comigo. O meu genro me chamando de ‘vadia’? O que eu era mesmo! Eu concordei e gritei para ele:
- Sou sua vadia mesmo, sou uma putaaa. Agora faça o que quiser comigo…
Eu não sabia que quando uma mulher diz isto a este ponto, está entregando todo o ouro, mas eu estava disposta a tudo. Ele veio por cima de mim, e senti seu pau entrando devagarzinho na minha buceta. Eu cravei minha unhas nele, e podia sentir cada centímetro de penetração. Parecia que ele estava me rasgando. Mas entrou fácil, como uma faca quente na manteiga. Quando ele tocou no fundo, me lembrei da cena dele comendo minha filha e disse na maior cara de pau:
- Ai como desejei este cacete. Desde o dia que peguei você e a Su transando em casa. Me coma do mesmo jeito que você a pegou seu descarado!
Ele ficou um pouco surpreso, pois não era lugar nem hora de discutir sobre isto. Ele apoiou os braços na cama e subiu sua pélvis, tirando e colocando o pau dentro de mim. A cada estocada, eu gemia. Não controlava mais o que saia da minha boca. Sei que o mandava meter mais fundo e o chamava de safado. Na minha cabeça, a sensação de estar dando para o namoradinho da minha filhota me deixava ainda mais excitada.
Ele sugeriu que invertessemos as posições, e me colocou em cima. Mas toda mulher acima dos 40, não gosta de se ver nesta posição. Eu sentei no pau dele de uma forma que pude sentir ele ainda mais profundo. E podia nesta posição fazer o movimento, mas me senti desconfortável de ver meus peitos balançando em cima dele, mesmo que ele ainda ficava procurando os bicos para chupá-los. Pedi para trocar a posição de novo, pois eu estava prestes a gozar mais uma vez. No entanto, ele me mandou ficar de quatro. Ótimo! De quatro, arreganhadinha, eu mostrava a ele o meu melhor ângulo, pois todos falam que tenho a bunda grande. Ele ficou atrás de mim e voltou a me chupar, só que por trás. A língua faz um movimento diferente, como se me cutucasse carinhosamente. Senti a língua passando por todo o meu rego. E ele parou no meu ânus.
Era estranho a sensação de uma língua tentando entrar no meu cuzinho. Ele então se posicionou e voltou a me penetrar. Por trás, parecia que o pau dele ia ainda mais fundo. Me sentia uma cadela no cio, engatada no meio da rua. Eu apoiei meus braços no espelho da parede e podia ver pelo reflexo a sua expressão de prazer, enquanto me possuía naquela posição. Eu estava prestes a gozar de novo, quando ele enfiou o dedo no meu rabinho de novo. Eu já aprendi a gostar daquele dedo e, para aumentar o volume do orgasmo, falei o que não devia:
- Aaii! Isso! Enfia por aiiiii por trás que tá muuuuuiiiito bom.
- A é? Só se for agora Lalá…
Ele enfiou o dedo com força. E quando eu estava quase chegando lá, ele tirou o pau de minha buceta. Eu ia virar para reclamar, quando senti a cabeça do pau dele forçando a entrada no meu cuzinho. Eu levei um susto, mas vi que foi isto que eu tinha pedido. Me lembrei da expressão de dor do vídeo que assisti e me amendrontei. Ele me mandou relaxar e aproveitar.
Quando o seu pau entrou, senti uma dor grande. Contudo, junto com uma gostosa sensação. Confesso que já li muito sobre o sexo anal, mas nunca tinha praticado e sabia que tinha que ser algo bem feito e que o mais importante era relaxar. Lembrei-me da Angela, minha amiga que me contou que dar a bunda prendia os homens e que o mais importante era deixar rolar. Ele foi muito carinhoso e vagarosamente foi preenchendo meu reto com seu pau. Eu não tinha outra reação a não gemer, chorava pela dor mas não conseguia voltar atrás. Ou melhor, pra frente.
Incrível como uma coisa pode ser tão dolorosa e tão gostosa ao mesmo tempo. Eu relaxei e ficou mais confortável. Ele começou então a entrar e sair. O meu gemido agora era uníssono, mas parecia um choro e isto parece que o incentivava a me rasgar por dentro. Me levantei e juntei meu corpo ao dele. Quase que sentei em sua pernas. Ele mexia nos meus seios e olhava diretamente para mim através do espelho. Ele passou a acariciar meu clitóris e o gozo veio tão rápido que cai na cama enfiando o pau dele de vez no meu rabo e multiplicando o efeito do meu orgasmo por mil. Gritei o mais alto que pude e o chamei de ‘filho da puta’.
O meu orgasmo durou quase um minuto, sem exagero. Ele não parou de bombar, até que deu um urro de gozo e deitou na cama, ainda com o pinto dentro de mim e senti seu pau murchar aos poucos. Eu estava acabada, esfolada… Não sentia minhas pernas e era como se o pau dele ainda pulsasse dentro de minha bunda. Fui tomar banho e sentia sua porra escorrer pelas minhas pernas. Mas enquanto a água escorria pelo meu rosto, me senti realizada. Nos arrumamos e o deixei na esquina de sua rua para não despertar suspeita.
Nos despedimos com um beijo gostoso e prometi a ele outra oportunidade daquelas.Eu e o Bruno viramos amantes. Traía minha filha com seu namorado e ele me possuía de todas as formas. Minha filha terminou o namoro meses depois, alegando desconfiar que ele a chifrava. Apoiei minha filha na decisão e também o larguei, mas ele foi responsável por uma grande transformação em minha vida. Hoje, estou namorando um rapaz de 23 anos, nos damos muito bem. Não é difícil pois adoro garotões e sentir e proporcionar prazer…
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